Publicado em 14/06/2009
Thaís Sousa
Com parceria entre a Universidade Federal Fluminense (UFF), o Exército e a Prefeitura de Niterói, a cidade está prestes a receber um polo de ciência e tecnologia, que deve funcionar no 19º Batalhão Logístico do Exército (B Log), no Barreto, num espaço desativado. Ainda em fase inicial, o projeto, que deve receber o nome de Parque Tecnológico do Município de Niterói, prevê a instalação de uma unidade de desenvolvimento de tecnologia e prestação de serviços a empresas de diferentes setores.
De acordo com os projetos iniciais, o polo contará com diversas estruturas para desenvolvimento de produtos para empresas. Se uma companhia depender de determinada tecnologia e não tiver condições de investir, o polo funcionará dando apoio à produção, numa atividade denominada facility.
A indústria naval e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) podem ser alguns dos setores beneficiados, que também pode se transformar num campo de atuação da "incubadora de empresas" da UFF, iniciativa voltada para o empreendedorismo.
Em fase de negociações, o pró-reitor de extensão da UFF, Antônio Cláudio Nogueira, conta que no momento, o projeto estaria sendo avaliado pelo Exército, em Brasília, para definir os detalhes da utilização do local. Avaliadas essas questões, o Exército deve abrir uma seção do terreno militar para a universidade.
"A UFF entraria com as pesquisas e o desenvolvimento, o Exército com o terreno e o município com as questões fiscais", explica o pró-reitor.
"A expectativa é de que o polo represente um novo parque de trabalho para Niterói", comenta ele.
De acordo com o vice-reitor da UFF, professor Emmanuel Paiva, a implantação do parque pode contar com a colaboração de diferentes institutos da universidade, como os de Engenharia, Física e Química.
Paiva esclarece que esse tipo de empreendimento requer grandes investimentos, com o qual a UFF não poderia arcar sozinha. Para sair do papel, ele deve contar com recursos de empresas. E depende, também, de ações da Prefeitura para auxiliar nas questões urbanísticas e de logística de transporte.
"São apenas conversas preliminares, mas o intuito é criar uma interação entre a universidade e a produção. O polo seria um elo da universidade com a sociedade e o mercado produtivo. É necessário muito investimento e isso não se consegue sem uma linha de financiamento", explica Paiva.
O Fluminense
P. S. Enquanto isto, Itaboraí está prestes a ganhar um lixão! Fazer o quê? Cada um ganha o que merece. As autoridades acham que nós merecemos um lixão!
Antonio Gomes Lacerda
Um comentário:
Temos exemplos de cidades " donas" do petróleo que nada se desenvolveram, a não ser violência e miséria...
Alguem já ouviu falar de uma área especial de negócios para Itaboraí?
Eu nunca...
Vão deixar municipios vizinhos, como o de Rio Bonito que já dá incentivo de ISS "levar" todas as empresas para lá...
Os políticos de Itaboraí devem pensar que são bons samaritanos " Louros para eles e o lixo para nós..."
Deve ter um por que... Qual será?
Lembremo-nos, estamos no Brasil e não na Suiça, logo sabemos $$ O MOTIVO $$...
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