Luiz Gustavo Schmitt
O prefeito de Maricá, Washington Quaquá (PT), anunciou ontem a geração de dois mil empregos diretos e um investimento de até R$ 300 milhões com a construção de um estaleiro naval no município, na Praia de Jaconé. A informação foi divulgada durante reunião com o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Julio Bueno.
Segundo Quaquá, a construtora Mendes Júnior Trading Engenharia S/A enviou um termo de intenção para a instalação de uma unidade industrial naval e offshore, formalizando assim o interesse da empresa em investir na cidade. O Governo do Estado, por sua vez, se colocou à disposição para ajudar no processo de negociação oferecendo concessão de incentivos fiscais, ajuda para liberação de licenças ambientais e ainda para a desapropriação da área. Essa pertenceria ao grupo Brascan que, de acordo com o prefeito, estaria disposto a negociar o terreno, que corresponde a 1 milhão e 300 mil metros quadrados.
"Hoje (ontem) demos um passo importante, conseguindo o apoio do Governo do Estado, que será nosso parceiro para o desenvolvimento de um polo naval em Maricá. O Governo Federal também está discutindo o assunto", declarou Quaquá.
O próximo passo, segundo ele, será tratado durante uma reunião entre a Petrobras e a Secretaria de Assuntos Federativos do Presidente da República, responsável pela gestão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
"A idéia é viabilizar recursos para a construção de um arrecife artificial nas águas de Jaconé, o que facilita a chegada das embarcações ao atracadouro", explica o prefeito.
De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Petróleo, Aleksander Santos, a perspectiva é de que a indústria naval gere uma arrecadação anual de R$ 400 milhões para o município.
"O mais importante disso tudo é o número de empregos que estão sendo gerados e, além disso, a possibilidade de atrair outras empresas para a região", disse Aleksander.
Júlio Bueno se mostrou surpreso e muito satisfeito com a grandeza do empreendimento.
"Desde que o investidor esteja disposto a investir, o Estado pode ajudar em vários aspectos. As taxas que incidem sobre a atividade naval são próximas de zero. Quanto à questão ambiental, tem que ser considerada e discutida, porém não é intransponível. É preciso levar em conta medidas sustentáveis para amenizar os efeitos sobre o meio ambiente. Este é o primeiro contato que tenho com o projeto, mas de qualquer forma, fico muito satisfeito em saber que implica em geração de emprego e renda para o município e também para o Estado", concluiu Bueno.
De acordo com assessor especial da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Alexandre Gurgel, o próximo passo para dar inicio ao projeto é um Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE).
"Além do estudo, o que irá dizer realmente se o empreendimento é viável será a demanda do mercado naval nacional e internacional", disse.
O Fluminense
O prefeito de Maricá, Washington Quaquá (PT), anunciou ontem a geração de dois mil empregos diretos e um investimento de até R$ 300 milhões com a construção de um estaleiro naval no município, na Praia de Jaconé. A informação foi divulgada durante reunião com o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Julio Bueno.
Segundo Quaquá, a construtora Mendes Júnior Trading Engenharia S/A enviou um termo de intenção para a instalação de uma unidade industrial naval e offshore, formalizando assim o interesse da empresa em investir na cidade. O Governo do Estado, por sua vez, se colocou à disposição para ajudar no processo de negociação oferecendo concessão de incentivos fiscais, ajuda para liberação de licenças ambientais e ainda para a desapropriação da área. Essa pertenceria ao grupo Brascan que, de acordo com o prefeito, estaria disposto a negociar o terreno, que corresponde a 1 milhão e 300 mil metros quadrados.
"Hoje (ontem) demos um passo importante, conseguindo o apoio do Governo do Estado, que será nosso parceiro para o desenvolvimento de um polo naval em Maricá. O Governo Federal também está discutindo o assunto", declarou Quaquá.
O próximo passo, segundo ele, será tratado durante uma reunião entre a Petrobras e a Secretaria de Assuntos Federativos do Presidente da República, responsável pela gestão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
"A idéia é viabilizar recursos para a construção de um arrecife artificial nas águas de Jaconé, o que facilita a chegada das embarcações ao atracadouro", explica o prefeito.
De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Petróleo, Aleksander Santos, a perspectiva é de que a indústria naval gere uma arrecadação anual de R$ 400 milhões para o município.
"O mais importante disso tudo é o número de empregos que estão sendo gerados e, além disso, a possibilidade de atrair outras empresas para a região", disse Aleksander.
Júlio Bueno se mostrou surpreso e muito satisfeito com a grandeza do empreendimento.
"Desde que o investidor esteja disposto a investir, o Estado pode ajudar em vários aspectos. As taxas que incidem sobre a atividade naval são próximas de zero. Quanto à questão ambiental, tem que ser considerada e discutida, porém não é intransponível. É preciso levar em conta medidas sustentáveis para amenizar os efeitos sobre o meio ambiente. Este é o primeiro contato que tenho com o projeto, mas de qualquer forma, fico muito satisfeito em saber que implica em geração de emprego e renda para o município e também para o Estado", concluiu Bueno.
De acordo com assessor especial da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Alexandre Gurgel, o próximo passo para dar inicio ao projeto é um Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE).
"Além do estudo, o que irá dizer realmente se o empreendimento é viável será a demanda do mercado naval nacional e internacional", disse.
O Fluminense
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