
O Brasil exportou, em 2008, US$ 1,4 bilhão em serviços de Tecnologia da Informação e de processos de negócio (como recursos humanos ou call centers), ante os US$ 41 bilhões da Índia e US$ 3 bilhões da China. As perspectivas nesse mercado são promissoras, uma vez que, só entre 2004 e 2008, a média anual consolidada de seu crescimento mundial foi de 40%. Esse mar de oportunidades somou, no ano passado, US$ 70 bilhões nos cinco continentes. Estas são algumas das conclusões de um estudo da consultoria internacional AT Kearney, encomendado pelo Governo Federal.O estudo estima que este mercado será de US$ 101 bilhões em 2010 e diz que o Brasil tem boas chances de se firmar como uma das principais fontes para a demanda internacional. O país subiu da décima posição, em 2005, como destino para a terceirização de serviços de tecnologia da informação e de comunicação (TIC), para o quinto lugar, em 2007.Segundo o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia e Informação (Brasscom), Antonio Gil, o Brasil tem condições de disputar o segundo lugar no ranking mundial com países como México, Rússia, China e Filipinas, ficando atrás apenas da Índia. O estudo referente a 2008 ainda não foi concluído, mas Gil acredita que o Brasil tenha melhorado de posição. A classificação anual dos países no mercado de TIC leva em consideração fatores como facilidades de fazer negócios, custos, conhecimento e mão-de-obra. 
O mercado global de offshore outsourcing, que é a terceirização de serviços de TIC feita fora do país de origem, apresentou faturamento de US$ 1,2 trilhão no ano passado, dos quais US$ 70 bilhões foram serviços exportados. Desse total, o Brasil participou com US$ 1,4 bilhão, o que representou crescimento de 75% em relação ao ano anterior.Para 2009, Antonio Gil revelou que o objetivo é alcançar exportações de US$ 2 bilhões, “com perspectiva de ser um pouco maior do que isso”. O total exportado mundialmente de serviços e softwares deverá atingir cerca de US$ 84 bilhões no próximo ano. “Um crescimento de 20%, mesmo pós-crise financeira internacional”, observou.O estudo mostra ainda que, entre 2008 e 2010, a exportação de offshore outsourcing passará de US$ 70 bilhões para cerca de US$ 100 bilhões, com sinais positivos para o Brasil. Partindo do pressuposto de que a Índia continuará detendo 50% desses US$ 30 bilhões adicionais, existirão no mercado US$ 15 bilhões anuais que serão disputados pelos demais países produtores de TIC, entre eles o Brasil, estimou Gil, “dos quais nós queremos pegar US$ 2 bilhões agora e US$ 3,5 bilhões em 2010”, acrescentou.

O mercado global de offshore outsourcing, que é a terceirização de serviços de TIC feita fora do país de origem, apresentou faturamento de US$ 1,2 trilhão no ano passado, dos quais US$ 70 bilhões foram serviços exportados. Desse total, o Brasil participou com US$ 1,4 bilhão, o que representou crescimento de 75% em relação ao ano anterior.Para 2009, Antonio Gil revelou que o objetivo é alcançar exportações de US$ 2 bilhões, “com perspectiva de ser um pouco maior do que isso”. O total exportado mundialmente de serviços e softwares deverá atingir cerca de US$ 84 bilhões no próximo ano. “Um crescimento de 20%, mesmo pós-crise financeira internacional”, observou.O estudo mostra ainda que, entre 2008 e 2010, a exportação de offshore outsourcing passará de US$ 70 bilhões para cerca de US$ 100 bilhões, com sinais positivos para o Brasil. Partindo do pressuposto de que a Índia continuará detendo 50% desses US$ 30 bilhões adicionais, existirão no mercado US$ 15 bilhões anuais que serão disputados pelos demais países produtores de TIC, entre eles o Brasil, estimou Gil, “dos quais nós queremos pegar US$ 2 bilhões agora e US$ 3,5 bilhões em 2010”, acrescentou.
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