Apelo é do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para Mulheres na América Latina e Caribe a chefe da seção de América Latina e Caribe de agência da ONU, Unifem, Gladys Acosta.
13.03.2009 - 17:46
O Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para Mulheres na América Latina e Caribe (Unifem) afirmou que a região precisa investir mais na capacitação de mulheres para cargos eletivos. Segundo o Unifem, apesar de o movimento feminino ser ativo nos países latino-americanos, o número de mulheres em Congressos nacionais é muito inferior à participação dos homens. A chefe da seção da América Latina e Caribe do Unifem, Gladys Acosta, visitou o Brasil na semana passada e disse que o país precisa, além da cota partidária, incluir uma cota no Congresso para incentivar a eleição feminina. "O Parlamento tem que ter a cota. Eu acho que tem que mudar o conceito. Não somente os partidos. Em geral, os primeiros da lista são os que entram. Tem que ser o produto de um consenso na sociedade", afirmou. Segundo ela, o Brasil estaria avançando para alcançar este consenso, mas ainda há um caminho a percorrer. Acosta afirmou que a Argentina teria uma cota maior que a do Brasil, com resultados melhores para a mulher na política. O país elegeu sua primeira presidente por voto direto, Cristina Kirchner, no ano passado.
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