Banco Central manteve a taxa Selic em 13,75% ao ano.País precisaria cortar 2,5 pontos para deixar 1ª posição, segundo empresa.
Do G1, em São Paulo
Com a decisão do Banco Central de manter a taxa básica de juros da economia brasileira em 13,75%, ao ano, o país ainda mantém a liderança mundial entre as taxas de juros reais - onde se descontam a inflação projetada para os próximos 12 meses, segundo dados da UpTrend Consultoria Econômica.
Leia também: Copom mantém juros em 13,75% ao ano De acordo com a consultoria, com a decisão do BC a taxa de juros da economia brasileira se manteve no patamar real de 8,0% ao ano, acima dos níveis de juros praticados na Hungria, Turquia e Austrália, que têm taxas respectivas de 5,6%, 5,0% e 3,0% ao ano.
Pelo estudo, o país precisaria de um corte de 2,5 pontos percentuais na taxa nominal - sem levar em conta a inflação acumulada no período - para deixar a primeira posição. A UpTrend informa que considera tal cenário "praticamente impossível" tanto no médio quanto no longo prazo".
Aperto monetário
Segundo a consultoria, a crise financeira global está fazendo com que muitos países optem por cortar suas taxas como forma de estimular a atividade econômica.
No entanto, o BC estaria "temendo uma inflação importada pelo grupo alimentação" - isto é, puxada pela elevação dos preços dos alimentos - "insistindo em uma política de juros altos, mesmo sabendo que esse tipo de inflação não se combate com aperto monetário".
Leia também: Copom mantém juros em 13,75% ao ano De acordo com a consultoria, com a decisão do BC a taxa de juros da economia brasileira se manteve no patamar real de 8,0% ao ano, acima dos níveis de juros praticados na Hungria, Turquia e Austrália, que têm taxas respectivas de 5,6%, 5,0% e 3,0% ao ano.
Pelo estudo, o país precisaria de um corte de 2,5 pontos percentuais na taxa nominal - sem levar em conta a inflação acumulada no período - para deixar a primeira posição. A UpTrend informa que considera tal cenário "praticamente impossível" tanto no médio quanto no longo prazo".
Aperto monetário
Segundo a consultoria, a crise financeira global está fazendo com que muitos países optem por cortar suas taxas como forma de estimular a atividade econômica.
No entanto, o BC estaria "temendo uma inflação importada pelo grupo alimentação" - isto é, puxada pela elevação dos preços dos alimentos - "insistindo em uma política de juros altos, mesmo sabendo que esse tipo de inflação não se combate com aperto monetário".
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