sábado, 29 de novembro de 2008

Respondendo ao Pedro do Couto




Respondendo ao Pedro do Couto eu diria: Pedro, quando nós votamos em alguém damos a este alguém o direito de decidir por nós o que fazer para termos uma vida melhor. Acontece que talvez o nosso voto não seja tão bom quanto pensamos e por isto chegam ao poder pessoas que uma vez instaladas nos palácios se sentem como no Olimpo. Como o Olimpo era a morada dos deuses, elas se sentem como tais. Nós as colocamos no poder para agirem de acordo com suas consciências, no entanto, agem de acordo com suas conveniências. A partir de então, entendem que suas decisões são divinas, portanto só nos cabe acatá-las. Realmente o dinheiro há, e como! Vide o quanto pagamos de impostos! Agora é só saber o que fazer com ele, encontrar as prioridades. Elas encontram. Quais são essas prioridades? O interesse do povo? Claro que não! As prioridades são todas as coisas que lhes façam permanecer no poder. Por isso o socorro aos bancos se faz necessário. Na hora da reeleição, são os bancos e os grandes conglomerados financeiros que financiam as suas campanhas milionárias. E nós? Claro que sobrará alguma coisa. O quê? O ressarcimento aos bancos e aos conglomerados dos gastos das campanhas. E como será feito isto? Com o suor do nosso rosto. É bíblico! Não gostei! Tem como mudar isto? Sim! Faz-se mister que na hora de votar cada um reflita e muito em quem confiar o seu voto! Os governos que aí estão, são filhos e muito parecidos com seus pais, os nossos votos!


Antonio Gomes Lacerda

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